sexta-feira, janeiro 20, 2017

Volkswagen deve lançar Tiguan Allspace no final segundo semestre no Brasil, em duas versões


A Volkswagen deve lançar a nova geração do Tiguan no mercado brasileiro ainda em 2017. Vindo do México, o SUV Médio deve receber primeiramente a carroceria de sete lugares, chamada de Allspace. Destaque da alemã no Salão do Automóvel de Detroit para competir com Toyota RAV4 e Honda CR-V, o Tiguan Allspace conta com a plataforma MQB e seu entre-eixos é 11 centímetros a mais que o modelo europeu. Com isso ele chega a 2,79 metros de entre-eixos, recebendo uma terceira fila de bancos, que a Volkswagen chama de 5+2, provavelmente para reforçar a ideia de que o Tiguan Allspace tem carisma esportivo. No Brasil, o Allspace deve ser lançado no quarto trimestre do ano, convivendo com o atual Tiguan 1.4 TSi até a produção da primeira geração ser encerrada definitivamente, quando a carroceria de cinco lugares de nova geração deve pintar no Brasil. O Tiguan de 7 lugares conta com 4,70 metros de comprimento e 6cm a mais de espaço para os joelhos no banco traseiro e 115 litros a mais no porta-malas. Se o modelo normal conta com 615 litros no porta-malas, a carroceria de sete lugares conta com 730 litros, sem a terceira fileira de bancos. Com a terceira e segunda fileira de bancos rebatidos, o espaço é de amplos 1.770 litros. O Allspace será vendido em três versões na Europa (Trendline, Comfortline and Highline). No Brasil ele deve ser vendido nas versões Comfortline e Highline e virá com motor 1.8 TSI que desenvolve 186cv de potência, acoplado ao câmbio automático Tiptronic de 6 velocidades, com opção de tração 4MOTION. Preços devem ficar entre R$145.000 a R$160.000. Entre os itens de série, o Tiguan Allspace conta com central multimídia com Android Auto, Apple CarPlay como opcionais e todos os sistemas de segurança atuais, como Lane Assist (assistente de mudança de faixa), Front Assist (que evita batidas dianteiras e monitora a presença de pedestres), ACC e Traffic Jam Assist, que conduz o carro sozinho no para e anda das grandes cidades.


Especial Lançamentos 2017 #21: o que esperar da Lifan para o Brasil neste ano?


A Lifan deve ter um ano de 2017 bastante agitado em relação ao monótono ano de 2016. A marca deve apresentar três novidades no nosso mercado, porém um ainda é incerta. Os confirmados são o X80 e o reestilizado X60, este último ainda com opção de câmbio automático CVT. Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, o X80 deve ser um dos chineses mais caros do nosso mercado, porém um com os maiores custo/benefício do mercado. A Lifan confirmou seu lançamento para o primeiro semestre de 2017. Ainda assim deve ser o automóvel mais barato do seu segmento, uma vez que seu porte é para ser rival de Mitsubishi Outlander, Kia Sorento, Hyundai SantaFé, entre outros. Vistoso, o X80 possui generosos 4,82 metros de comprimento, 1,93m de largura e 2,79 metros de  entre-eixos, porte semelhante ao da Toyota SW4. Por isso mesmo, diferentemente do X7, consegue ter um porta-malas razoável mesmo quando com sete passageiros, e também acomodar adultos na terceira fileira. O motor é o 2.0 16v Turbo que entrega 184cv, acoplado ao câmbio automático de 6 velocidades. O X80 chegaria ao Brasil com preços na casa dos R$100.000, entrando num mercado um pouco mais exigente. Apesar de ser uma pechincha pelo seu porte, mecânica e itens, se tornaria o chinês mais caro a venda no país. Entre os itens de série, o X80 deve manter-se bem equipado como todo bom chinês. Em seu design, destaque para os faróis com repetidores de direção em LED e projetores duplos, bem como LEDs diurnos e faróis de neblina no para-choque. Podemos notar também sensores de estacionamento dianteiros no Lifan X80.


A grade tem frisos prateados, sendo a mesma tonalidade do protetor central. Na traseira, as lanternas são divididas pela tampa do porta-malas e apresentam friso cromado. O para-choque dispõe de duas saídas de escape integradas e peito central prateado. Por dentro, o visual é igualmente moderno e de inspiração BMW. Há revestimento imitando madeira e couro no volante e assentos. Além do X80, o best-seller de vendas da Lifan, o X60 ganha uma nova grade dianteira, que conta com uma barra horizontal destacada, com a inscrição Lifan em letras garrafais, além do novo para-choque de linhas mais atuais. Há luzes diurnas em LEDs, enquanto os faróis auxiliares de neblina sobem para a área intermediária (lembra um BMW) e os novos faróis preservam o formato, mas com elementos internos renovados. Na traseira, as lanternas mudam levemente e o para-choque recebe um novo acabamento na parte inferior, com duas saídas de escape (uma decorativa) e um aplique na parte central. Os retrovisores externos são novos, mais tradicionais e com luzes de seta integradas, assim como as rodas de liga leve, que recebem novo desenho com face diamantada e interior pintado de preto. No interior, o painel ganha importantes novidades visuais, com um novo painel, com um acabamento melhor. Ele passa a vir com acabamento de costuras visíveis. Na região central, há novos botões de comandos do ar-condicionado (o indicativo de temperatura e velocidade passa a ser exibido na tela central) e novas saídas de ar retangulares com acabamento cromado.


Na parte inferior estão os botões de aquecimento dos bancos dianteiros, acendedor de cigarro, tomada 12V, entrada USB/AUX e botão de desativação do ESP. O Brasil ainda deve receber ESP como item de série e o motor continua o mesmo 1.8 16v a gasolina que desenvolve 128cv de potência e 16,8kgfm de torque. Outra novidade para o utilitário é a oferta do câmbio automático do tipo CVT. As versões com câmbio manual devem seguir em linha, mas a Lifan admite que 60% no mix de vendas deve ser do modelo automático. Modelo inferior ao X60, o X50 nada mais é que o hatch do 530 com design aventureiro. O hatch aventureiro da marca chinesa entra no mercado com pretensão de bater de frente com Hyundai HB20X, Volkswagen CrossFox, Renault Sandero StepWay, Toyota Etios Cross entre outros. O X50 já conta com peças de reposição no Centro de Distribuição da marca, em Salto, no interior de São Paulo. O X50 tem a função de ficar logo abaixo do X60 e deve servir como um "hatch-SUV". Segundo a Lifan, o modelo é um "crossover" e "estabelecerá um novo patamar de vendas da empresa no Brasil". Isso por que a Lifan pretende emplacar cerca de 500 unidades mensais do hatch. No Brasil, o X50 pode adotar o mesmo motor do 530, o 1.5 16v que rende 103cv de potência e 13,9kgfm de torque, com câmbio manual ou automático CVT. O X50 deve ser produzido no Uruguai assim como X60, 530 e Foison, chegando ao Brasil sem pagar imposto de importação. Com 4,10 metros de comprimento e 2,55 metros de entre-eixos, o X50 deve ser um dos mais espaçosos do segmento. Seus preços devem ficar na casa dos R$50.000 aos R$55.000, mas seu lançamento ainda é incerto, já que ele é previsto para nosso mercado desde 2015.


Suzuki Swift Sport e Grand Vitara deixam de estar no site da marca e podem ter saído de linha no Brasil


O site da Suzuki Veículos não conta mais com Grand Vitara e Swift Sport no catálogo. O site apresenta apenas Jimny, Vitara e SX4 S-Cross. O Grand Vitara saiu de linha com a chegada do Vitara, o que já era de se imaginar. Porém o Swift Sport deixou o nosso mercado mesmo depois dos atributos que ele tinha para vender bem se não fosse um dos principais argumentos de vendas: o preço. Ainda não há uma confirmação oficial da Suzuki pelo fim de linha do Swift (o compacto pode estar esperando a chegada da nova geração, já apresentada), que era vendido no Brasil apenas na versão topo de linha Sport (a marca bem que poderia trazer as versões mais simples para fazer o hatch emplacar no mercado). A nova geração pode vir ao Brasil em 2018. Em 2016 foram 699 unidades vendidas do Grand Vitara e 97 unidades do Swift Sport, ou seja, nenhum dos dois tinha volume o suficiente para ajudar a Suzuki a vender bem. Para 2017 a marca aposta no sucesso de Vitara e S-Cross, que passaram por nova geração e novidades visuais, enquanto o Jimny pode ganhar companhia da versão Canvas, com teto de lona, apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo.


Fonte: Notícias Automotivas

Segundo site, Fiat Punto terá produção encerrada ainda neste mês depois de quase 10 anos de mercado


Prestes a completar dez anos de mercado, o Fiat Punto atual deve deixar de ser produzido ainda neste mês de Janeiro, segundo o site Autos Segredos. Uma fonte confirmou para o site que está mais que confirmado sem fim de linha para este mês. Porém ainda não se sabe como será chamado o hatch "X6H" (os mais cogitados são Palio, Punto e Tipo), ou seja, não podemos confirmar que o Punto sairá de linha ou espera pela nova geração. Em seu primeiro ano de mercado foram produzidos 3.756 unidades, mas foi um 2012 que ele emplacou seu recorde de vendas: 42.361 unidades. Quando foi lançado em 2007, o Punto chegou nas versões 1.4, ELX 1.4, HLX 1.8, Sporting 1.8, em 2009 veio à opção 1.4 T-JET.  O propulsor 1.4 era da família Fire e o 1.8 era o motor Powertrain, fruto da parceira com a Chevrolet. Já em 2010, o hatch ganhou os novos motores E.torQ. Na época, o Punto era comercializado nas versões Attractive 1.4, Essence 1.6 16v, Essence 1.8 16v, Essence 1.8 16v Dualogic, Sporting 1.8 16v, Sporting 1.8 16v Dualogic e T-JET. Em 2012 ele passou pelo seu primeiro face-lift de meia-vida, que trouxe novo para-choque dianteiro, nova grade, novas rodas de liga leve, lanternas em LEDs, novo para-choque traseiro e novidades no interior, todo remodelado. Passou a ser vendido nas versões Attractive 1.4, Essence 1.6, Sporting 1.8 e T-JET 1.4. Na linha 2017, o modelo perdeu a versão topo de linha T-JET, já podendo indicar o fim de carreira. Outro ponto que marca o seu fim de linha é o desinteresse do consumidor brasileiro pelo hatch: em 2016 foram apenas 7.706 unidades vendidas. Atualmente ele custa entre R$53.310 a R$69.680. O site, em contato com a Fiat, informa que a marca desmente o fim de linha do hatch e apenas Palio Fire, Idea, Freemont, Bravo, Linea e Doblò Cargo.


Fonte: Autos Segredos

Renault confirma "estoque zero" do Clio no Brasil e hatch popular sai do site da francesa


O fim da produção na Argentina marcou o fim de linha do Renault Clio. Agora com o estoque "zero", a Renault confirmou o fim de linha no nosso mercado. Além do estoque zero, o hatch deixou o site da montadora no Brasil. Com isso ele deixa aberto o caminho para seu sucessor, o Kwid. Fabricado em São José dos Pinhais (PR) e deve ser o grande concorrente de Fiat Mobi e Volkswagen up!. O lançamento deve ocorrer ainda no primeiro semestre. Enquanto a Europa já conhece a quarta geração, o Clio brasileiro ainda resiste na segunda. Vendido por aqui desde 1998, foi destaque ao oferecer na época o duplo airbag de série em todas as versões. Modelo que já chegou a ter até motor 1.6 e bom pacote de equipamentos, só é vendido com o 1.0 de 4-cilindros e 16 válvulas com itens básicos, como ar-condicionado e direção hidráulica. Modelo da segunda geração, o compacto europeu chegou ao Brasil em 1999, sendo feito junto com a minivan Scénic, estão assim em sintonia com a Europa. O airbag duplo de série chamava a atenção na época. Aqui, o Clio teve motores 1.0 8v, 1.0 16v, 1.6 8v e 1.6 16v. O primeiro facelift ocorreu em 2003, quando ganhou o visual europeu e assim pôde reforçar sua posição diante dos rivais nacionais. Ganhou uma versão sedã inédita e teve versões com duas ou quatro portas. Com o passar dos anos, o Renault Clio foi perdendo versões e equipamentos até ser quase que completamente limpo no facelift promovido em 2012, onde a marca francesa apostou na personalização e no baixo consumo para vender o modelo, já bem desatualizado. Produzido em Santa Isabel, na Argentina, ele deixou de ser produzido em Outubro.


Mercedes-Benz convoca recall de 186 unidades de GLE, GLE Coupé, GL e GLS com defeito no airbag


A Mercedes-Benz está convocando um recall de 186 unidades de GLE, Classe GL e GLS. Os modelos foram produzidos entre Julho de 2014 e Setembro de 2016 e o trio podem ter problemas no airbag. De acordo com o comunicado da Mercedes-Benz, "devido a um defeito no software que controla o sensor de peso do banco dianteiro do passageiro, o sistema de ocupação pode não identificar que existe passageiro no local, ocasionando a desativação do airbag. Isso pode causar danos físicos ao ocupante do assento em caso de colisão do veículo, informa o comunicado da empresa.". Os modelos convocados no recall precisam ir a uma concessionária mais próxima para reparar o defeito gratuitamente. A marca alemã ainda confirma que é preciso realizar o agendamento prévio do serviço. Para maiores informações, a Mercedes-Benz disponibiliza o telefone 0800 (0800 970 9090) ou o site (www.mercedes-benz.com.br). Confira abaixo o final dos chassis das unidades envolvidas no chamado, não sequenciais.


Final dos Chassis

  • GLE 450 AMG: WDCDA6EW3GA727355
  • GLE 63 AMG: de WDCDA7EW1GA685502 a WDCDA7EW2GA725845
  • GLE 63 AMG Coupé: de WDCDED7EW7GA015934 a WDCDED7EW9GA026790
  • GLE 400 Coupé: de WDCDED5GW7GA010797 a WDCED5GW7GA029950
  • GL 63 AMG: de WDCDF7EW8GA623239 a WDCDF7EW1GA626824
  • GLS 63 AMG: WDCDF7FW5GA629529

Alpine divulga teaser do AS1 na fábrica de Dieppe e apresentação ocorre no Salão de Genebra


Com apresentação marcada para os próximos dias, a Alpine revelou mais algumas fotos do modelo de produção, como forma de teaser. As fotos foram feitas na fábrica de Dieppe, de onde o modelo AS1 deve ser produzido. A imagem da carroceria mostra somente a parte traseira do modelo, mas uma segunda imagem revela os painéis dos arcos de roda dianteiros, ainda sem tratamento e mostrando o aspecto metálico bruto do alumínio. A Alpine tinha confirmado que o AS1 deveria ser produzido com carroceria em alumínio. O nome do modelo de produção também parece ter sido escolhido. O antes cogitado A120 é substituído pelo AS1 como o mais provável. Depois de 22 anos de ausência, a marca deve ter presença confirmada para o Salão de Genebra, para concorrer com Alfa Romeo 4C, Porsche 718 Cayman, Audi TT, entre outros. Vendido primeiramente em uma série especial limitada a 1.955 unidades (ano de estreia da marca), chamada de Primière Edition. Interessados da Europa e do Japão podem fazer reservas por meio do pagamento inicial de 2.000 euros, necessários para garantir a encomenda. O preço final do carro deve ficar na casa dos 55.000 euros. Ainda não há dados técnicos revelados, mas sua aceleração de 0 a 100 km/h é anunciada em 4,5 segundos. Alguns falam em um 1.8 Turbo de 250cv de potência enquanto outros acreditam num 2.0 Turbo de 300cv de potência. Rival de Alfa Romeo 4C, Porsche 718 Cayman e Lotus Elise, o novo coupé pode contar com o motor 3.0 V6 biturbo da Mercedes-Benz na versão topo de linha, presente nas versões 43 AMG de Classe C, GLC, Classe E entre outros. Esse motor desenvolve 367cv de potência com um torque de 52,8kgfm, acoplado a um câmbio automático de 7 velocidades.


Volkswagen considera picape com monobloco baseada no Atlas para os EUA nos próximos anos


Considerado perfeito para o mercado norte-americano, o Volkswagen Atlas pode ganhar companhia nos EUA. A marca alemã considerada lançar uma picape baseada no utilitário esportivos dentro de alguns anos. Já que a Amarok é considerada pequena demais para os padrões norte-americanos, a marca usaria base no Atlas. Especulada há anos pela imprensa dos EUA, a picape estaria próxima da realidade. Segundo o site CarBuzz, que entrevistou no Salão de Detroit o executivo Matthias Erb, esta opção ao portfólio seria interessante e que a plataforma do novo SUV surge como alternativa viável. Erb reconhece que o mercado de picapes dos EUA é voltado principalmente para modelos de grande porte e ao mesmo tempo teme o domínio das três grandes: Ford, GM e RAM. A ideia da Volkswagen era desenvolver um modelo alternativo, algo que a Honda fez com a Ridgeline, que não conta com chassi e sim uma plataforma. Confirmando os planos, a inédita picape teria monobloco e plataforma MQB, com foco no espaço interno e alinhamento à proposta life-style. A produção deve acontecer na mesma fábrica de onde o SUV é produzido, em Chattanooga, no Tennessee.


Fonte: CarBuzz

Para não ficar para trás, Mercedes-Benz Classe S reestilizado terá sistema semi-autônomo


A Mercedes-Benz deve apresentar um face-lift no Salão do Automóvel de Genebra o primeiro face-lift desta geração do Classe S. Junto com mudanças do face-lift, ele deve trazer um avançado sistema de condução semiautônoma da marca. Durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos, o chefe de desenvolvimento da Mercedes, Ola Kallenius, disse que a projeto a ser aplicado ao Classe S será o primeiro com integração entre dados dos sensores e de mapas em um carro de produção. O sistema deve permitir que o sedã de luxo da Mercedes detecte uma curva e julgar se a velocidade do automóvel está muito alta para contornar o trecho. Se ele perceber que sim, deve reduzir a velocidade e tangenciar a curva com mais segurança. Além disso, o sistema de Classe S mapeia todo o território alemão e não apenas 80% como os concorrentes. Porém Kallenius confirmou que o sistema pode prever falhas. Se porventura na saída da curva não houver linhas pintadas na estrada para o carro se guiar, e ele perder a referência, terá a capacidade de tomar uma decisão. E se, o condutor ficar muito tempo sem as mãos no volante, mesmo depois dos alertas o sedã deve encostar como medida de segurança, ligando luzes de alerta, destravando o carro e entrando em contato com serviços de emergência.


Fotos: AutoCar

Nova geração do Continental puxa a fila de Bentley com motor híbrido plug-in nos próximos anos


A Bentley confirmou que deve investir no segmento de automóveis híbridos com plug-in. O primeiro modelo a receber a nova motorização será a nova geração do Continental GT. De acordo com a marca britânica de alto luxo, o coupé deve receber um motor V6, mas a potência combinada será digna de um 4.0 V8 Biturbo. Isso significa que o Continental GT Hybrid Plug-In deve desenvolver cerca de 500cv de potência com um torque superior ao modelo V8. Depois da nova geração do Continental GT, a Bentley deve lançar um motor híbrido para o seu best-seller Bentayga ainda nesta geração, possivelmente com o mesmo powertrain híbrido. O motor deve ser um 3.0 V6 Biturbo junto a um motor elétrico, porém é cedo demais para saber qual será a autonomia das baterias. Com nova geração prevista para o ano que vem, o novo Continental GT deve receber a variante híbrida no ano de 2019. Primeiramente ele deve ser lançado com as motorizações 4.0 V8 Biturbo e 6.0 W12 Biturbo. Após chegada a Continental e Bentayga, são grandes as chances da Bentley estender essa mecânica para Flying Spur e Mulsanne.


Fonte: Auto News