sábado, janeiro 07, 2017

Importados chegam a uma queda de 40,2% em 2016 ao emplacar 35.852 unidades em um ano difícil


A ABEIFA revelou que o ano de 2016 fechou com queda de 40,2% em relação a 2015. A associação que representa os automóveis importados no Brasil revelou que em 2016 foram vendidas 35.852 unidades, o que representa um avanço de 25,9% em relação a Novembro de 2016, mas 32,2% abaixo a Dezembro de 2015. Só no mês passado foram vendidas 3.336 unidades de importados no nosso mercado. Em relação a todo ano de 2015, quando foram vendidas 59.975 unidades (incluindo Jeep, Chrysler, Dodge e RAM, que deixaram de fazer parte da ABEIFA para se filiar a Anfavea em 2016) contra as 35.852 unidades, a ABEIFA elenca os principais fatores dessa queda ao IPI majorado de 30% para veículos importados – exceto do México e Mercosul – bem como a cota de 4.800 carros por ano sem esse adicional do imposto. Para Luiz Gandini, presidente da Abeifa, com a atual política restritiva, a projeção de vendas da associação para 2017 é de 25 mil unidades, volume bem inferior ao conquistado pelo segmento em 2011, quando foram emplacadas 199.366 unidades. A entidade quer o fim do IPI majorado e está pleiteando esse objetivo junto ao governo atual. Além disso, a ABEIFA quer o fim das cotas de importação. Como o processo é complicado para o atual momento, o governo tem que saber que algumas marcas já deixaram o país pois não conseguiram sobreviver sobretaxadas. Em relação ao importados produzidos no Brasil, a ABEIFA vendeu 1.473 unidades no mês passado das marcas BMW, Chery, Land Rover, MINI e Suzuki, uma alta de 29,4% em comparação ao mês anterior (Novembro) e um tímido crescimento em relação ao mesmo período de 2015, emplacando duas unidades a mais. No acumulado do ano, as associadas produziram 12.313 veículos, queda de 69,2% em comparação com 2015, quando foram montados 39.970 unidades. O detalhe é que Land Rover e MINI ainda não produziam no país, mas em contrapartida, a Jeep fazia parte da entidade e as vendas do Renegade foram computadas.


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